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Remédios podem ficar até 3,81% mais caros a partir desta terça; entenda como o reajuste afeta pacientes

Novo teto de preços autorizado pelo governo começa a valer em abril e varia conforme o nível de concorrência dos medicamentos

Redação
Por: Redação Fonte: Redação Vibe Jampa
01/04/2026 às 11h25 Atualizada em 22/04/2026 às 12h12
Remédios podem ficar até 3,81% mais caros a partir desta terça; entenda como o reajuste afeta pacientes

 

A partir desta terça-feira (31), entra em vigor o novo reajuste anual autorizado para os preços de medicamentos no Brasil. A atualização, definida pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), permite aumentos que podem chegar a até 3,81%, dependendo do tipo de produto.

O reajuste não é igual para todos os remédios. Ele varia conforme o nível de concorrência no mercado. Medicamentos com maior concorrência,  como os genéricos, podem ter aumento de até 3,81%. Já os de concorrência intermediária podem subir até 2,47%, enquanto os de menor concorrência têm limite de 1,13%.

Apesar da autorização, o aumento não é automático. Os percentuais definidos funcionam como um teto, ou seja, cada laboratório decide se vai aplicar o reajuste e em qual intensidade. Na prática, isso significa que nem todos os medicamentos terão aumento imediato ou no valor máximo permitido.

Outro ponto importante é que o reajuste incide sobre o preço máximo permitido ao consumidor, e não necessariamente sobre o valor final cobrado nas farmácias, que pode variar conforme descontos e promoções.

O cálculo do reajuste leva em consideração fatores como a inflação oficial (IPCA), produtividade da indústria farmacêutica e custos do setor. Para 2026, o índice inflacionário acumulado em 12 meses ficou em torno de 3,81%, servindo como base para a definição dos novos limites.

Especialistas apontam que, mesmo com a autorização, o impacto no bolso do consumidor pode ser menor do que o teto divulgado, já que o mercado costuma absorver parte dos custos para manter a competitividade.

Se tá movimentando a Paraíba, tá na Vibe.

 

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